Câmara Municipal de Arapeí
Arapeí
Página Inicial
Câmara Municipal
Dados Demográficos
Galeria de Fotos
Hino Municipal
 
Audiências Públicas
Comissões Licitações
Comissões Permanentes
Concursos Públicos
Ex-Presidentes
Informativos
Links
Mesa Diretora
Organograma
Perguntas e Respostas - FAQ
Vereadores
Vídeos
Localização
Fale Conosco
 
Pautas
Atas
Pautas S. Extraordinárias
Pautas S. Ordinárias
Presença nas Sessões
Projetos de Leis em Tramitação
Sessões Solenes
Votações S. Extraordinárias
Votações S. Ordinárias
 
Legislação
Decretos Legislativos
Lei Orgânica
Leis Municipais
Plano Diretor
Regimento Interno
Resoluções Municipais
 
Transparência
Contas dos Exercícios Anteiores
Contratos
Dispensa
Julgamentos e Pareceres Prévios das Contas do Poder Executivo
Licitações
Ouvidoria
Portal da Transparência
Portaria
Recursos Humanos
Viagens
SIC - Serviço de Informação ao Cidadão
Transparência Municipal
 
 
Câmara dos Deputados
 
Senado Federal
 
Portal da Transparência
 
Portal do Cidadão
 
 
ARAPEÍ

 

Localidade de Arapeí teve sua origem na 9ª Sesmaria de Bananal, constituindo um dos pontos do Caminho Novo criado para escoar a produção do Brasil colônia.

Em 1783, o governo colonial traçou o objetivo de povoar o Caminho Novo de ligação para o Rio de Janeiro e para as Minas Gerais. Com isso, o Capitão-Mór Manoel da Silva Reis recebeu a missão de distribuir, a pessoas de sua confiança, 13 sesmarias criadas na região. A 9ª sesmaria, no rio Bananal, foi destinada a João Barbosa de Camargo.

O povoado, então denominado Alambari, atingiu seu apogeu no Ciclo do Café (século XVIII), época em que teve relevante papel na vida do Vale do Paraíba, integrando o poderio econômico dos Barões do Café de Bananal.

Com a queda de produtividade nos cafezais da região no final do século XIX, passou a basear sua economia na pecuária leiteira.

Após a proclamação da República, o povoado foi elevado à condição de Distrito, com o nome Alambari, pelo decreto nº 169, de 15 de maio de 1891, subordinado ao município de Bananal.

Em 1º de outubro de 1892 a Lei Estadual nº 112 extinguiu o Distrito, anexando sua área ao território de Bananal.

Na primeira metade do século XX contribuiu decisivamente para a economia do município, diversificando fontes de produção agrícola (exportação de 2 milhões de cruzeiros, moeda da época, em verduras, frutas e legumes), produção de leite (120 mil litros por mês), exportação de carvão vegetal (20 mil sacos por mês), fabricação de tecidos (média de 1.200 metros de tecidos de algodão por dia) e extração de madeira.

Em 30 de novembro de 1944, já com seu nome atual, Arapeí passou a Distrito de Bananal por força da Lei Estadual nº 14.334.

Ao final da década de 40, suas riquezas naturais e históricas, além de suas características econômicas, foram descritas em texto de Ruy Barbosa D´Avila para a publicação “Poliantea de Bananal”, de Alcides Peixoto:

“ ARAPEÍ - (…) Contando com 150 casas, aproximadamente e uma população urbana de 800 a 1.000 habitantes, oferece, entretanto no momento, perspectivas de progredir, o que já vem se evidenciando desde que, elevada à categoria de vila, dotou-se de um Grupo Escolar, Cartório de Paz, Subprefeitura e Subdelegacia de Policia. Concorreu grandemente para reanimar a iniciativa particular que instalou, no perímetro urbano, uma fábrica de tecidos, já em funcionamento, operando com 150 teares e aguardando oportunidade para ser ampliada.

Circundada por montanhas de aspectos pitorescos, detém junto a elas propriedade agrícolas, pastoris e industriais de apreciável monta como “Haras Santa Anita”, “Haras Guanabara”,, Fazendas “São Luiz”, “Caxambú”, “São Francisco”, “Campo Alegre”, “Capitão Mór” e outras com suas quedas d´água, culturas diversas de cereais e hortaliças, além de outras propriedades mais afastadas que circunscrevem toda uma vastidão de reservas florestais.”

Por volta de 1950, a inauguração da rodovia Presidente Dutra esvaziou o tráfego da antiga rodovia Rio-São Paulo e relegou as localidades cortadas por ela a mais um período de adversidades econômicas.

Desde então, o segmento turístico passou a ser o principal foco de Arapeí, graças às suas riquezas naturais, ao artesanato e ao seu diversificado patrimônio cultural.

Por outro lado, na esfera política a influência do então Distrito nas eleições de Bananal, elegendo vários representantes na Câmara de Vereadores e sendo fator decisivo na escolha de Prefeitos, culminou na luta por um plebiscito para definir sua emancipação político-administrativa.

O desmembramento de Bananal veio em 19 de maio de 1991 num resultado plebiscitário que beirou os 100% dos eleitores. A data do plebiscito seria escolhida para celebrar o Dia do Município.

Em 31 de dezembro do mesmo ano foi oficialmente criado o Município de Arapeí pela Lei nº 7.664, especificando sua divisão territorial. Suas divisas sofreram uma pequena modificação pela Lei Estadual nº 9.330, de 27 de dezembro de 1995 e permanece inalterada desde então junto ao IGC - Instituto Geográfico e Cartográfico.

As primeiras eleições para prefeito e vereadores ocorreram em outubro de 1992 e a instalação do município de Arapeí se deu em 1º de janeiro de 1993 com a posse do Prefeito e Vereadores eleitos.

Desde então, a infraestrutura como município, iniciada praticamente do zero, vai sendo conquistada a passos largos rumo a um desenvolvimento sustentável que implique em melhor qualidade de vida a seus cidadãos.

Ao mesmo tempo, Arapeí preserva seu conjunto arquitetônico e o jeito adorável de cidade pequena do interior, conquistando a simpatia e a preferência de turistas.

A paz acolhedora da cidade é cada vez mais valorizada, num contraponto ao contexto atribulado da vida urbana nos grandes centros populacionais.

DIVISAS MUNICIPAIS

1 - Com o Estado do Rio de Janeiro.

Começa no divisor Formoso - Ipiranga, no ponto de cruzamento com o divisor entre os córregos Santo Antônio da Cachoeira e do Açude; continua pela divisa com o Estado do Rio de Janeiro até o ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do Rio Barreiro e as do Rio Turvo.

2 - Com o Município de Bananal.

Começa no divisor entre as águas do Rio Barreiro e as do Rio Turvo, no ponto de cruzamento com o contraforte da margem esquerda da água do Piranchim; segue pelo divisor Barreiro - Turvo, até a cabeceira do córrego da Fazenda Santa Terezinha, pelo qual desce até sua foz no Rio Doce; segue pelo contraforte fronteiro até o entroncamento com o divisor entre as águas do ribeirão Vargem Grande ou Rialto, à esquerda, e as águas do Rio Doce, à direita; segue por este divisor e pelo divisor entre as águas do Rio São Pedro e do córrego Campo Comprido, à esquerda, e as águas do Rio do Capitão-Mor, à direita, até o ponto de entroncamento com a serra das Perobeiras, que é o espigão mestre entre as águas do Rio Paca Grande e as do Rio Mambucaba.

3 - Com o Município de São José do Barreiro.

Começa na serra das Perobeiras, que é o espigão mestre entre as águas do Rio Paca Grande e as do Rio Mambucaba, no ponto de cruzamento com o divisor entre as águas do Rio São Pedro e do córrego do Campo Comprido, à esquerda, e as águas do Rio do Capitão-Mor, à direita; segue por aquele espigão mestre até o entroncamento com o divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão do Alambari, e à esquerda, as do ribeirão do Máximo ou Timburiba e que tem aí o nome local de serra do Cazambu; segue por este divisor até entroncar com o contraforte que finda na foz do córrego dos Coelhos, no ribeirão do Máximo ou Timburiba; segue por este contraforte até a referida foz; continua pelo contraforte fronteiro e pelo divisor da margem esquerda do córrego do Claudino, até o divisor Barreiro - Formoso; segue por este divisor até o entroncamento com o divisor entre as águas do córrego Santo Antônio da Cachoeira, à esquerda, e as águas do córrego do Açude, à direita; segue por este divisor até o entroncamento com o divisor Formoso - Ipiranga, onde tiveram início estas divisas.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

 

Distrito criado com a denominação de Alambari (ex-povoado), pelo decreto nº 169, de 15-05-1891, subordinado ao município de Bananal.

Pela lei estadual nº 112, de 01-10-1892, foi extinto o distrito de Alambari, sendo seu território anexado ao município de Bananal.

Pelo decreto-lei estadual nº 14.334, de 30-11-1944, é criado novamente o distrito com a denominação de Arapeí, subordinado ao município de Bananal.

Em divisão territorial datada de 01-07-1960, distrito de Arapeí figura no município de Bananal, assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.

Elevado à categoria de município com a denominação de Arapeí pela lei estadual nº 7.644, de 30-12-1991, desmembrado de Bananal. Instalado em 01-01-1993.

Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede, assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Confira algumas fotos:

Foto indisponível

 


Este Legislativo Municipal oferece através deste site uma visão geral dos trabalhos realizados em prol do Município.
Acompanhe nesta ferramenta o trabalho dos Vereadores, a execução do orçamento, e tenha acesso às diversas informações institucionais e de funcionamento. Nosso objetivo maior é o de dar ampla transparência aos trabalhos realizados.
As sugestões, reclamações, elogios e pedido de informações, além de poderem ser encaminhados através do link E-SIC, também podem ser solicitados pessoalmente, por telefone, por carta, por e-mail (contato@camaraarapei.sp.gov.br) ou através do link Fale Conosco.
Lembramos que este site está em constante atualização e melhoria. Sua visita frequente é muito importante.

Câmara Municipal de Arapeí

Endereço: Rua Maria de Lourdes Rodrigues, 53 - Centro - Arapeí/SP - Brasil - CEP: 12870-000
Clique aqui para acessar o mapa

Telefone: (12) 3115-1202

E-mail: contato@camaraarapei.sp.gov.br

Horário de Atendimento:
De segunda à sexta, das 08h00min às 17h00min.